PERCEPÇÃO DOS ESTILOS PARENTAIS E A INTENSIDADE DE ANSIEDADE SOCIAL EM JOVENS UNIVERSITÁRIOS
Resumo
Este estudo investigou a relação entre a percepção dos estilos de parentalidade (autorizante, autoritário e permissivo), a intensidade dos sintomas de TAS e os pensamentos e crenças sociais negativas entre jovens universitários do Rio de Janeiro. A amostra foi composta por 378 estudantes, de ambos os sexos biológicos, com idades entre 18 e 30 anos, matriculados em cursos de graduação das áreas Exatas, Humanas, Jurídicas, Saúde e Sociais. Foram utilizados quatro instrumentos psicométricos autoaplicados e um questionário sociodemográfico. A amplitude da prevalência estimada do TAS foi de 23,73% a 42,27%, conforme instrumentos empregados. As mulheres apresentaram níveis mais elevados sintomas (40,29% a 42,27%) em comparação aos homens (23,73% a 34,59%). Quanto à percepção dos estilos parentais, o autorizante foi o mais frequente na amostra geral, enquanto o autoritário predominou entre os participantes com sintomas clinicamente relevantes de TAS. Os instrumentos psicométricos demonstraram altos índices de consistência interna e correlações significativas, evidenciando boa validade convergente. De modo geral, os resultados indicaram que os estilos parentais marcados por rigidez e baixa responsividade podem atuar como fatores de risco para o desenvolvimento e manutenção da ansiedade social, favorecendo a formação de pensamentos e crenças disfuncionais sobre si e sobre o desempenho em situações interpessoais.
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